<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Câncer on Condado Lab</title><link>https://condadolab.org/tags/c%C3%A2ncer/</link><description>Recent content in Câncer on Condado Lab</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://condadolab.org/tags/c%C3%A2ncer/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Da instituição ao influenciador: quem fala sobre câncer no YouTube Health?</title><link>https://condadolab.org/publications/2026-compos-youtube-health-cancer/</link><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://condadolab.org/publications/2026-compos-youtube-health-cancer/</guid><description>&lt;p&gt;Este artigo investiga a curadoria do conteúdo de saúde do YouTube Health, iniciativa voltada ao combate à desinformação. Por meio de uma análise de conteúdo (N=200) de vídeos sobre câncer, o estudo mapeia os atores legitimados pela plataforma como fontes confiáveis, exibidos na seção de saúde criada pelo programa. Os resultados revelam uma predominância da autoridade médica individual (61% dos vídeos) em detrimento de vozes institucionais, o que indica o papel dos &amp;ldquo;médicos influenciadores&amp;rdquo;. Observa-se ainda uma grande disparidade entre o setor público (apenas 4% dos vídeos) e o privado (96%). Em relação aos atores sociais, depois dos médicos individuais (61%), estão os canais dos grupos de médicos e profissionais de saúde (12,5%), hospitais e clínicas filantrópicas (10,5%), privadas (7%) e associações de pacientes (7%). A análise indica uma concentração em atores com grande quantidade de inscritos: 43% dos vídeos pertencem a canais com mais de 1 milhão e 47% entre 100 mil e 1 milhão. Trabalho apresentado no GT &amp;ldquo;Comunicação da Ciência e Políticas Científicas&amp;rdquo; do 35º Encontro Anual da Compós.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>